13 de janeiro de 2016

2015: o ano que não terminou

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Por Margarida Galvão

O que esperar de 2016, um ano sem expectativas diante do cenário de crise política, moral, financeira? Quais são as expectativas para um ano de incertezas políticas, que chega ao fim com os processos de impeachment da presidente Dilma Rousseff e de cassação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha? Alguns analistas apontam que o próximo ano pode ser ainda pior para a economia brasileira, com inflação mais alta, um número maior de demissões, perda mais acentuada do poder de compra do consumidor,um ritmo ainda menor nos investimentos do empresariado, além de uma depreciação mais forte da moeda brasileira.

Mas há quem defenda um novo horizonte para o período, não tão nebuloso e com chances de estabilidade econômica,já a partir do segundo semestre. A Revista PIM Amazônia procurou empresários, economistas e representantes do Polo Industrial de Manaus (PIM) e do governo para fazer suas conjecturas sobre o novo ano.

De Norte a Sul do país, os empresários defendem uma posição firme do governo para os rumos econômicos. Ninguém suporta mais esperar. “Acelerar essa discussão é fundamental”, diz o diretor-executivo da Moto Honda, Paulo Takeuchi. Sem entrar no mérito do julgamento do impeachment, o executivo defende que, qualquer que seja o posicionamento, ele serápositivo, dada a necessidade de encerrar essa fase da disputa política e virar a página para que o país possa voltar a pensar no futuro, principalmente em termos econômicos. “Acho que essa questão do impeachment vai por um ponto final no que está hoje em debate”.

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