13 de janeiro de 2014

“A culpa não é da Zona Franca”

Repórter Marco Dassori 

   A ZFM, como as demais zonas francas do mundo, é um mecanismo para gerar excedentes econômicos, visando a internalização do desenvolvimento. E este só pode ser conseguido por meio de projetos estratégicos,que dependem de políticas de governo.Para o economista e doutor em Desenvolvimento Socioambiental, José Alberto Machado, o Calcanhar de Aquiles do Amazonas reside justamente no fato de os gestores públicos não terem capitalizado os ganhos da Zona Franca paratransformar vocações regionais em alternativas econômicas que permitissem ao Estado menor dependência do modelo. Convidado pela Revista PIM a imaginar como seria a região hoje, caso o Regime Militar não tivesse implantado a ZFM, por meio do Decreto Lei 288/1967, o professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) diz ter apenas uma certeza: Manaus encontraria um caminho para superar o status de ‘Porto de Lenha’, mesmo que o Estado corresse o risco de incorrer em equívocos ambientais semelhantes aos cometidos pelas unidades federativas vizinhas entre os anos 1970/1990. E, provavelmente, as lideranças políticas amazonenses seriam forçadas a ser menos acomodadas e mais proativas do que o foram em passado recente. Na conversa a seguir, o hoje coordenador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)fala de potencialidades ignoradas e alerta para o risco que o desconhecimento do passado traz para a construção do futuro.

 

 

 

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