11 de junho de 2015

As Profissões do Futuro prometem ficar cada vez mais ‘verdes’

Da engenharia à pesquisa acadêmica, o desafio é combinar desenvolvimento e sustentabilidade.

 

A Humanidade vem sofrendo com mudanças climáticas do planeta, gerado pelo impacto ambiental. Com isso, preocupações a respeito da qualidade de vida, sustentabilidade e impacto ambiental estão se tornando mais frequentes. Devido ao seu instinto de sobrevivência e inovação, engenharias, gestões e gerências ligadas à área ambiental são profissões do presente e do futuro. O caminho para construir uma carreira nessas áreas pode começar consultando o currículo de cada escola, depois conversar com profissionais formados e professores. O que é ensinado, o que é exercitado, qual o mercado de trabalho – o ideal é fazer uma pesquisa minuciosa antes de escolher a profissão. Em tese, todos esses caminhos prometem levar ao desenvolvimento sustentável, seja ela humano, ecológico, industrial ou de infraestrutura.

A engenharia ambiental está relacionada à resolução de problemas técnicos, à construção de barragem, por exemplo. Mensura se para abrir caminhos é necessário alagar mais ou menos uma região e remover pessoas. Calcula os benefícios e os malefícios que uma obra pode trazer ao meio ambiente, propondo alternativas mais viáveis.

A gestão foca em pessoas e na qualidade de vida. O que e como produzem, quanto gastam e ganham. Descobre de que uma maneira uma barragem, pode afetar a dinâmica e a rotina do lugar e de quem vive ali. Quanto será o custo e quais os benefícios. O gestor estuda as formas sustentáveis de usar e obter a água, a terra e cultivar a floresta.

A gerência das relações ecológicas criam uma ligação entre as partes, promove a comunicação entre engenheiros, gestores, funcionários, pessoa da sociedade, campanhas. Exemplo: A empresa pode ter um gerente que convence, orienta monitora, fiscaliza e encaminha campanhas de sustentabilidade, a fim de obter resultados e índices corretos.

A gerência das relações ecológicas criam uma ligação entre as partes, promove a comunicação entre engenheiros, gestores, funcionários, pessoa da sociedade, campanhas. Exemplo: A empresa pode ter um gerente que convence, orienta monitora, fiscaliza e encaminha campanhas de sustentabilidade, a fim de obter resultados e índices corretos.

Satisfação e sucesso profissional

“Observamos uma tendência de ir além da busca por remuneração, status e segurança”, afirma a professora Tania Casado, especialista em carreira e uma das coordenadoras do Programa de Estudos em Gestão de Pessoas da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Há uma preocupação com o sucesso subjetivo, a busca por significado, o orgulho do trabalho alinhado aos valores do indivíduo. Nesse sentido, a área socioambiental reúne características bastante contemporâneas e se abre para novas modalidades de atuação.”

Engenharia, gerência e gestão são profissões abertas para educação ambiental, conscientização e pesquisa científica. Desde 2013 a procura por de áreas ambientais cresce 5% ao ano. “A demanda maior costuma ser gerada por gerências de saúde, segurança e meio ambiente que contratam engenheiros ambientais ou até mesmo formados em outra engenharia, mas que tenham ao menos uma pós-graduação em engenharia ambiental” esclarece Rodrigo Maranini, gerente de engenharia e logística da Taleses, consultoria no recrutamento de executivos. De acordo com Maranini, o salário médio de um coordenador com inglês fluente é de R$ 13 000,00. Um gestor de fábrica recebe entre R$ 15 000,00 e R$ 19 000,00. O gestor corporativo, de R$ 17 000,00 a R$ 25 000,00. “Preocupadas com imagem e resultado financeiro, as empresas atualmente sabem que a matéria-prima não é infinita, não somos autossuficientes em energia e para estar de acordo com normas regulatórias e auditorias é importante envolver cada vez mais cedo nos negócios áreas relacionadas ao meio ambiente”.

Fonte: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,profissoes-do-futuro-area-ambiental-tem-tres-carreiras-promissoras,1699137