22 de outubro de 2014

Componentes : Ano perdido?

Por Margarida Galvão

 

A indústria de componentes do Polo Industrial de Manaus (PIM) não está nada otimista com as vendas de fim de ano. A menos de três meses para terminar 2014 empresas do segmento plástico, considerado uma das bases da cadeia produtiva do polo, estão reduzindo a carga horária de trabalho dos funcionários, enquanto outras estão demitindo.

 

Queda na produção e faturamento atinge 50% em algumas fábricas. A direção do Sindicato das Indústrias de Material Plástico de Manaus (Simplast) diz que o panorama atual preocupa diante das dificuldades observadas devido à queda nas vendas do segmento de áudio e vídeo, notadamente TVs, associado à estagnação das vendas de motos. Outra preocupação dos termoplásticos é a forte tendência de verticalização de atividades inerentes ao setor feitas, ou em andamento, por empresas de bem final.

 

O presidente do Simplast, Celso Zilves, enfatizou que o cenário econômico atual preocupa as empresas considerando que os dois principais setores do Polo Industrial de Manaus, eletroeletrônico e duas rodas, dos quais o de transformação termoplástica é altamente dependente, não estão prevendo aumento de vendas devido à retração da economia brasileira. O setor de transformação de resinas termoplásticas do polo de Manaus é composto pelos segmentos de injeção, extrusão, sopro e laminação contando atualmente com cerca de 110 empresas que empregam 10,21 mil colaboradores, conforme levantamento da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) de julho/2014.

 

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