24 de abril de 2015

Da floresta às prateleiras

Por Cristiane Barbosa

Do centro da floresta às vitrines das lojas de departamento. É esse o destino de espécies nativas da Amazônia que dão origem a cremes rejuvenescedores, óleos corporais, perfumes e uma variedade imensa de cosméticos. Com uma infinidade de aplicações dos recursos naturais no mercado de cosméticos, o uso industrial de material regional no setor é concentrado em sete espécies de vegetais amazônicos: castanha-da-amazônia, andiroba, copaíba, cupuaçu, guaraná, buriti e açaí.

Contudo, apenas três delas são, atualmente, acompanhadas de dados estatísticos oficiais (açaí, castanha-da-amazônia e óleo de copaíba). A constatação faz parte da tese de doutorado ‘Produção Industrial de Cosméticos: o protagonismo da biodiversidade vegetal da Amazônia’, realizada pelo pesquisador do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Inovação (Nepi), da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Francisco Elno, no Programa Multi-Institucional de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas.

O pesquisador concluiu o doutorado com o apoio do Programa de Formação de Especialistas, Mestres e Doutores (Proemd), da Fucapi, que tem como objetivo apoiar a formação e o constante aprimoramento do quadro de pessoal, visando atingir o mais elevado nível de capital intelectual, além do crescimento pessoal e profissional dos colaboradores, por meio da participação em cursos lato sensu e stricto sensu.

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