13 de janeiro de 2016

De volta a 2007: polo eletrônico encolhe 30%

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Por Marco Dassori

A crise político/econômica que dominou 2015 acertou em cheio o segmento eletroeletrônico, carro-chefe do Polo Industrial de Manaus (PIM) e responsável por 30% do faturamento da indústria incentivada da capital amazonense. Os resultados do ano ainda não foram consolidados, mas o subsetor já se prepara para encerrar dezembro com corte de pelo menos 30% nas vendas, além de retroceder aos níveis de produção de 2007. A estimativa é do Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus (Sinaees).

Na raiz do problema, conforme especialistas ouvidos pela Revista PIM Amazônia, está a sensibilidade do Polo Industrial de Manaus às crises macroeconômicas brasileiras. Seus produtos dependem majoritariamente de crédito para consumo e são considerados supérfluos em um contexto de incertezas, como o atual.

“Infelizmente, não teremos resultados positivos. Não, sabíamos das dificuldades que enfrentaríamos no período pós-eleições, mas os fatos que foram desvendados ao longo do ano, demonstrando o rombo nas contas públicas e a má gestão dos recursos, reduziram em muito a confiança do consumidor e dos investidores. Estamos vivendo uma das maiores crises que o Brasil já enfrentou”, enfatizou o presidente do Sinaees e também presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, em entrevista exclusiva para a Revista PIM Amazônia.

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