1 de junho de 2015

Gestão Pelo Medo – A inabilidade em gerir pessoa

Por Adm. Claudio de Lima Barbosa

Conta-se que há muitos anos numa terra em guerra, o rei conduzia seus prisioneiros para uma sala medonha tendo de um lado uma fileira de hábeis arqueiros e de outro uma imensa porta de ferro esculpida com figuras de caveiras cobertas de sangue. Neste lugar o rei ordenava que os prisioneiros de guerra se organizassem em círculo e dava a eles duas escolhas: morrer transpassado pelas flechas dos seus arqueiros ou passar pela assombrosa porta para trancá-los lá dentro. Unanimemente todos escolhiam a morte pelas flechas.

Quando a guerra terminou, um soldado que servira o rei por muitos anos, perguntou ao soberano o que havia atrás da porta. O rei disse que visse por si mesmo. O soldado, então, abriu cautelosamente a porta e gradativamente os raios de sol entravam e clareavam o ambiente e finalmente descobriu surpreso que a porta se abria para o caminho da liberdade.

Essa estória popular, a qual tomei a liberdade de sintetizar, conta um pouco de como um cenário de medo pode danificar nossa percepção das outras possibilidades que nos cercam na vida. No mundo do trabalho, o medo ainda é utilizado como instrumento de gestão, constituindo um modelo anacrônico, desconectado, míope e desumano e que gera prejuízo para as pessoas e para a empresa.

Um pouco sobre o medo

O medo corresponde a uma reação biológica, como se fosse um alarme, que prepara o corpo para o perigo. Ele tem a capacidade de gerar energia para o ataque ou defesa. Cada pessoa reage de maneira diferente diante do medo, alguns paralisam, outros fazem coisas que jamais pensariam em fazer. No cotidiano competitivo com as conjunturas econômicas e políticas no Brasil e no mundo o medo está presente. Diante dessa constatação cabe ao gestor municiar sua equipe com informações e dar apoio, instrução e tirar o melhor do talento de cada um da sua equipe de modo que se sintam livres para assumir desafios.

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