13 de janeiro de 2014

“Incentivo fiscal é uma cachaça”

 

 

 

 

Às vésperas da votação no Congresso pela renovação de seus incentivos até 2073, a Zona Franca de Manaus enfrenta um ano de dificuldades. Os obstáculos incluem a promulgação da PEC da Música, a perspectiva de uma alíquota menor de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na minirreforma tributária e anegativa do Supremo Tribunal Federal (STF)à Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) do Amazonas contra incentivos da indústria de informática de São Paulo. Embora considere que o modelo não vive exatamente uma crise, o economista e ex-secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas, Denis Minev, defende mudanças urgentes na direção de diferenciais competitivos de produtividade e inovação. Fortalecer a ZFM só por incentivos, argumenta o hoje diretor financeiro das Lojas Bemol, é um vício do qual o Estado deve se afastar imediatamente, sob o risco de sofrer esvaziamento econômico, no longo prazo. Na conversa com a Revista PIM, o ex-titular da Seplan elenca as deficiências de qualificação da mão de obra, a ineficiência logística e a burocracia como os principais problemas a serem combatidos, mas avalia que a solução não virá de governos. Para o economista, o Estado necessita abrir mais espaço para a iniciativa privada e, em contrapartida, a sociedade civil tem de se engajar mais. Leia, a seguir, a entrevista.

 

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